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quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Feliz Ano Novo!!!

Final de ano é tempo de festa e celebração, mas também de reflexão, de análise e de recomeços.

Para trás fica um ano complicadíssimo e atípico que pelo calendário, acaba hoje, e dele devemos guardar o bom e esquecer o ruim.

Do sofrimento e das lágrimas guardemos apenas a certeza de que a elas sobrevivemos; Dos erros guardemos a aprendizagem; e das dificuldades guardemos o momento da superação.

Devemos sentir alegria e gratidão a Deus por mais um ano vivido, e apesar de tudo que tenha acontecido, o importante é que chegamos até aqui. E hoje somos mais experientes, mais fortes e mais sábios.

Feliz Ano Novo!!!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

FELIZ NATAL!!!

 " É Natal de Jesus, festa da alegria, de esperança e luz!"

Ano de provações e de afirmação na fé cristã. Com toda a luta no dia-a-dia, seguimos em frente e aqui estamos para comemorarmos o Natal de nosso Senhor Jesus Cristo, pois é dia de festa. 

Que as bênçãos de Deus e o espirito do Natal suavize seus dias, e lhes tragam brilho e alegria para sua vida.

Feliz Natal !!!

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Comunicado

 




sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

TESTE INTEGRADO 4º B - 6º AO 9º ANO

 

 DATA: 18/12/2020 - SEXTA-FEIRA

HORÁRIO DE INICIO: 9h

HORÁRIO DE TÉRMINO: 11h30

LOCAL: SALA DE AULA VIRTUAL 

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

TESTE INTEGRADO 3º B - 6º AO 9º ANO

 DATA: 11/12/2020 - SEXTA-FEIRA

HORÁRIO DE INICIO: 9h

HORÁRIO DE TÉRMINO: 11h30

LOCAL: SALA DE AULA VIRTUAL 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

7 DE SETEMBRO - DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL


BRkZIL.gif (10055 bytes)A Independência do Brasil é celebrada em todo dia 07 de setembro. Essa comemoração acontece desde a época do Primeiro Império, que, a cada ano, rememorava a ocasião em que o país se tornou independente de Portugal no ano de 1822. O processo de independência do Brasil teve como principais atores históricos, além do príncipe regente D. Pedro (que se tornou o imperador D. Pedro I), alguns representantes da elite interessada na ruptura entre Brasil e Portugal. Entre esses representantes, encontrava-se aquele que também se tornou um dos maiores articuladores do Império, José Bonifácio de Andrada e Silva.

De certa forma, a possibilidade de um “Brasil independente” remonta à época da vinda da família real para o Brasil em 1808, acontecimento que inaugurou em nosso país o chamado Período Joanino. D. João VI veio com sua corte para o Brasil por ter se recusado a ser conivente com a política do Bloqueio Continental, imposta por Napoleão Bonaparte contra o Reino Unido. Como Portugal possuía importantes acordos econômicos com os ingleses, D. João VI achou por bem desobedecer às ordens do imperador francês e abandonar a Península Ibérica, sendo escoltado por navios ingleses até a costa brasileira.

Nessa época, o Brasil foi alçado à condição de Reino Unido, junto a Portugal e Algarves, deixando assim a condição de ser colônia. Muitas das ações empreendidas por D. João VI no Brasil durante o período em que aqui esteve (1808-1821) colaboraram para que o país ganhasse uma relevância que ainda não possuía. Essa relevância tinha dimensões econômicas, políticas e culturais. Entretanto, nos anos que seguiram após o fim da Era Napoleônica (1799-1815), Portugal passou por intensas turbulências políticas. Essa situação exigiu a volta do rei D. João VI com sua corte em 1821.

O rei português deixou no Brasil como seu representante D. Pedro, seu filho, que recebeu o título de príncipe regente. Durante o ano de 1821 e até os primeiros dias do mês de setembro de 1822, as turbulências políticas de Portugal fizeram-se refletir também no Brasil. As assembleias que ocorriam em Lisboa (que contavam também com representantes brasileiros) ganhavam pautas que defendiam o retorno de Portugal como o centro político do referido Reino Unido e, por consequência, a submissão do Brasil à sua posição.

Ao mesmo tempo, em terras brasileiras, o príncipe regente, orientado por representantes das elites políticas locais, promovia uma série de reformas que desagradavam as elites lusitanas. As ações de de D. Pedro mobilizaram a corte portuguesa a pedir a sua volta imediata para Portugal no início de 1822. D. Pedro recusou-se a abandonar o Brasil e, em 09 de janeiro, optou pela sua permanência no país. Esse dia ficou conhecido como Dia do Fico.

As indisposições entre Portugal e Brasil continuaram ao longo do primeiro semestre de 1822. Esse período de intensas discussões e propostas direcionadas à efetivação da independência foi exaustivamente estudado por muitos historiadores, tanto portugueses quanto brasileiros. No Brasil, destacam-se os nomes de Oliveira Lima e Nelson Werneck Sodré. No mês de setembro, as cortes portuguesas deram um ultimato para D. Pedro voltar para Portugal, sob ameaça de ataque militar. O príncipe que estava em viagem ao estado de São Paulo recebeu a notícia e, antecipando uma decisão que já estava quase nas “vias de fato”, declarou o país independente às marges do rio Ipiranga, no dia 07. Esse gesto implicaria a futura organização do país enquanto nação e enquanto império, um projeto que não era fácil de ser conduzido, como acentua o historiador Boris Fausto:

Alcançado em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, dom Pedro proferiu o chamado Grito do Ipiranga, formalizando a Independência do Brasil. Em 1° de dezembro, como apenas 24 anos, o príncipe, regente era coroado Imperador, recebendo o título de dom Pedro I. O Brasil se tornava independente, com a manutenção da forma monárquica de governo. Mais ainda, o novo país teria no trono um rei português. Este último fato criava uma situação estranha, porque uma figura originária da Metrópole assumia o comando do país. Em todo de dom Pedro I e da questão de sua permanência no trono muitas disputas iriam ocorrer, nos anos seguintes.” [1]







BRkZIL.gif (10055 bytes)FONTE: http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/7-setembro-dia-independencia-brasil.htm











domingo, 23 de agosto de 2020

COMUNICADO

  De 25/08/2020 a 28/08/2020 à secretaria da escola não estará aberta para atendimento ao público.

domingo, 9 de agosto de 2020

Dia dos Pais - Homenagens

Clique no link abaixo e assista!

https://www.facebook.com/ESJB.JILV/

Feliz Dia dos Pais!!!



Salmos 127:3. Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá.


sexta-feira, 31 de julho de 2020

Recesso Escolar

Queridos Alunos!
Após estes meses de estudos on-line, entraremos em recesso escolar até 10/08/2020 quando retornaremos as nossas aulas em nossa plataforma e aulas on-line.
Até lá!

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Estudos no Ambiente Virtual


Queridos Alunos!
Continuem suas rotinas de estudos, no nosso ambiente virtual, conforme os horários de suas aulas presenciais.
Acordem cedo, tomem seu café e vamos a luta!
Mantendo esta rotina não perderemos ritmo quando voltarmos as aulas presenciais.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

22 de ABRIL - DESCOBRIMENTO DO BRASIL


Dia do Descobrimento do Brasil refere-se ao 22 de abril de 1500, data em que os portugueses chegaram às terras onde, mais tarde seria o Brasil.
Apesar de não ser feriado, o dia faz parte do calendário cívico e escolar brasileiro.

terça-feira, 21 de abril de 2020

21 DE ABRIL - TIRADENTES

No dia 21 de abril comemora-se o dia de Tiradentes. 
Joaquim José da Silva Xavier, nasceu na Fazenda do Pombal, entre São José (hoje Tiradentes) e São João Del Rei em Minas Gerais, no ano de 1746, tornou-se o mártir da Inconfidência Mineira.

domingo, 12 de abril de 2020

sábado, 11 de abril de 2020

SÁBADO DE ALELUIA

Sábado de Aleluia é o Sábado da Semana Santa, o primeiro dia depois da crucificação e morte de Jesus Cristo e o dia anterior ao Domingo de Páscoa.
O Sábado de Aleluia ou Sábado Santo é uma data móvel, podendo cair entre os dias 21 de março e 24 de abril.
Durante o Sábado Santo é celebrada a Vigília Pascal, ocasião em que os fiéis cristãos se reúnem em constantes orações durante toda a madrugada que antecede o Domingo de Páscoa.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO

Sexta-feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão é uma data religiosa cristã que relembra a crucificação de Jesus Cristo e sua morte no Calvário. O feriado é observado sempre na sexta-feira que antecede o Domingo de Páscoa, o sexto dia da Semana Santa no cristianismo ocidental e o sétimo no cristianismo oriental (que conta também o Sábado de Lázaro, anterior ao Domingo de Ramos). É o primeiro dia (que começa na noite da celebração da Missa da Ceia do Senhor) do Tríduo Pascal e pode coincidir com a data da Páscoa judaica[1][2][3].
Este dia é considerado um feriado nacional em muitos países pelo mundo todo e em grande parte do ocidente, especialmente as nações de maioria católica.

quinta-feira, 9 de abril de 2020

QUINTA-FEIRA SANTA

A espiritualidade da Quinta-feira Santa

Bebeu o cálice da Paixão até a última e amarga gota

Aqui começa o Tríduo Pascal, a preparação para a grande celebração da Páscoa, a Vitória de Jesus Cristo sobre a morte, o pecado, o sofrimento e o inferno.
Este é o dia em que a Igreja celebra a instituição dos grandes Sacramentos da Ordem e da Eucaristia. Jesus é o grande e eterno Sacerdote, mas quis precisar de ministros sagrados, retirados do meio do povo, para levar ao mundo a Salvação que Ele conquistou com a Sua Morte e Ressurreição. 

Jesus desejou ardentemente celebrar aquela hora: “Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes de sofrer.” (Lc 22,15). 

Na celebração da Páscoa, após instituir o Sacramento da Eucaristia, ele disse aos discípulos: “Fazei isto em memória de Mim”. Com essas palavras, Ele instituiu o sacerdócio cristão: “Pegando o cálice, deu graças e disse: Tomai este cálice e distribuí-o entre vós. Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.” (cf. Lc 22,17-19) 
Na noite em que foi traído, mais nos amou, bebeu o cálice da Paixão até a última e amarga gota. São João disse que “antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou.” (Jo 13,1)
Depois que Jesus passou por toda a terrível Paixão e Morte de Cruz, ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus por cada pessoa.
Aos mesmos discípulos ele vai dizer, depois, no Domingo da Ressurreição: “Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,23). Estava, assim, instituída também a sagrada confissão, o sacramento da penitência; o perdão dos pecados dos homens que Ele tinha acabado de conquistar com o Seu Sangue.
Na noite da Ceia Pascal, o Senhor lavou os pés dos discípulos, fez esse gesto marcante, que era realizado pelos servos, para mostrar que, no Seu Reino, “o último será o primeiro”, e que o cristão deve ter como meta servir e não ser servido. Quem não vive para servir não serve para viver; quem não vive para servir não é feliz, porque a autêntica felicidade o tempo não apaga, as crises não destroem e o vento não leva; ela nasce do serviço ao outro, desinteressadamente. 
Nessa mesma noite, Jesus fez várias promessas importantíssimas à Igreja que instituiu sobre Pedro e os apóstolos. Prometeu-lhes o Espírito Santo, e a garantia de que ela seria guiada por Ele a “toda a verdade”. Sem isso, a Igreja não poderia guardar intacto o “depósito da fé”, que São Paulo chamou de “sã doutrina”. Sem a assistência permanente do Espírito Santo, desde Pentecostes, ela não poderia ter chegado até hoje e não poderia cumprir sua missão de levar a salvação a todos os homens de todas as nações. 

”E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós.” (Jo 14, 16-17). 

Que promessa maravilhosa! O Espírito da Verdade permanecerá convosco e em vós. Como pode alguém ter a coragem de dizer que, um dia, a Igreja errou o caminho? Seria preciso que o Espírito da Verdade a tivesse abandonado. 

”Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito.”(Jo 14, 25-26) 

Na Última Ceia, o Senhor deixou à Igreja essa grande promessa: O Espírito Santo “ensinar-vos-á todas as coisas”. É por isso que São Paulo disse a Timóteo que “a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade”(1Tm 3, 15). Quem desafiar a verdade de doutrina e de fé, ensinada pela Igreja, vai escorregar pelas trevas do erro.
E, na mesma Santa Ceia, o Senhor lhes diz: “Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade…” (Jo 16, 12-13)
Jesus sabia que aqueles homens simples não tinham condições de compreender toda a teologia cristã; mas lhes assegura que o Paráclito lhes ensinaria tudo, ao longo do tempo, até os nossos dias de hoje. E o Sagrado Magistério dirigido pelo Papa continua assistido pelo Espírito de Jesus.
São essas promessas, feitas à Igreja na Santa Ceia, que dão a ela a estabilidade e a infalibilidade em matéria de fé e de costumes. Portanto, não só o Senhor instituiu os sacramentos da Eucaristia e da ordem, na Santa Ceia, mas colocou as bases para a firmeza permanente da Sua Igreja. Assim, Ele concluiu a obra que o Pai Lhe confiou, antes de consumar Sua missão na cruz. 

Fonte: Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

segunda-feira, 23 de março de 2020

ESTUDOS A DISTÂNCIA


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quarta-feira, 18 de março de 2020

sábado, 14 de março de 2020

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020